Artigo de 2017, sobre o presidente Trump, enquadra-se perfeitamente à relação da mídia brasileira com o presidente Bolsonaro.

Por Eddie Scarry, via Mike LaChance. Leia o artigo completo no Washington Examiner.

A mídia de esquerda não apenas faz perguntas e relata as notícias. Eles moldam a narrativa e tentam “pegar” Trump desde que ele venceu a eleição. 

À medida que o primeiro ano completo do mandato do presidente Trump termina, não há absolutamente nenhuma indicação de que a mídia nacional queira fazer algo diferente, mesmo que haja todas as razões para fazê-lo.

O Washington Post, o New York Times e o USA Today ainda se recusam a contratar um único colunista que não iniciará cada artigo com nada menos que “Sr. Trump, você é um mentiroso!

A CNN teve que retirar uma história e modificar significativamente uma segunda (ambas estavam relacionadas a Trump e à Rússia) depois que a primeira não foi apoiada por nenhum fato (também conhecido como “ficção”) e a segunda foi imprecisa ao ponto de difamação.

Brian Ross, da ABC News, foi suspenso no início de dezembro, depois que ele mais uma vez relatou informações catastroficamente erradas sobre Trump e, é claro, a Rússia …

Acosta pode ser inofensivo por si só, mas quando o mar da mídia decide reescrever os padrões de cobertura de uma presidência, assumir uma “atitude”, é hora de aceitar que eles não são mais jornalistas. Eles são ativistas.