Trecho adaptado de Flavio Morgenster, no Senso Incomum , do blog de Reinaldo Azevedo e de Rafael Moraes Moura e Amanda Pupo, no Estadão.

Monica Bergamo, a jornalista da Folha, escreveu EM CAIXA ALTA no Twitter, no dia 17 de agosto, que a ONU teria emitido uma “liminar” a favor de Lula. Como é praxe na grande mídia para soltar fake news se eximindo das conseqüências, a manchete veio seguida de “diz defesa”, para terceirizar a responsabilidade, ao mesmo tempo em que GRITA para tornar a notícia verdadeira, espalhando, profissionalmente, a desinformação, esta chancelada por todas as redes.

Como o UOL, defensor de Lula, disfarçado de jornal, ataca os leitores com 3 mentiras em uma só manchete: “Liminar a favor de Lula tem caráter obrigatório, diz especialista da ONU”.

1- Não é liminar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse  que a posição do Comitê de Direitos Humanos da ONU a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não possui “efetividade jurídica alguma” e não representa a opinião da ONU, e sim de um “subcomitê do comitê”.

Além disso, a decisão em caráter liminar significa, literalmente, “em caráter provisório”; portanto, pode ser revista; a decisão sai apenas no ano que vem.

2- Portanto não é obrigatório

3- Não são especialistas.

São pessoas que se apoderaram da ONU e vêm, há algum tempo, impondo a agenda da esquerda no órgão.

Leonardo Sakamoto terçando suas armas em nome dos direitos humanos, afiançando que “Comitê dos Direitos Humanos da ONU solicita que Lula participe da eleição”. O título é mais honesto, apesar de não ter sido uma decisão do Comitê de Direitos Humanos, e sim de um órgão de supervisão do Pacto de Direitos Civis e Políticos”, que é integrado não por países, mas por peritos que exercem a função em sua capacidade pessoal.

 

Comentário de William Waack sobre o assunto:

https://www.infomoney.com.br/imtv/programas/comentario-william-waack/21-08-2018/william-waack—a-onu-o-brasil-e-o-pt