Desenho da artista iraniana Mana Nayestani, representando a morte do general terrorista Soleimani. Mana Nayestani

Por Amanda Prestigiacomo. Leia o artigo completo no Daily Wire.

Os democratas e seus aliados na grande mídia reagiram estranhamente às notícias da morte do terrorista Qassem Soleimani, atacando o presidente Trump procurando humanizar Soleimani.

A jornalista do New York Times, Farnaz Fassihi, de ascendência iraniana, postou um vídeo do terrorista lendo uma poesia:

“Raro vídeo pessoal do general Suleimani recitando poesia compartilhada por uma fonte em #Iran . Sobre amigos saindo e ele sendo deixado para trás ”. 

Algumas das reações:

Stephen Miller, podcaster conservador:
“Austero poeta religioso”.

Miller fazia referência ao Washington Post, que anunciara a morte do principal terrorista do ISIS Abu Bakr al-Baghdadi, referindo-se a ele como “estudioso religioso austero”.


Peter Loyd:
“Claro que você é um repórter do NY Times”, disse Peter Lloyd.

Jeff Dobbs:
Boris Johnson recita poesia: que palhaço
Soleimani recita poesia: a profundeza emotional e a nuance de seu recital fornece evidênia de uma alma profunda e complicada.

Charlie Kirk:
“Doentio: é assim que membros da grande mídia marcam a morte de um líder terrorista brutal, com o sangue de milhares de americanos nas mãos. Um vídeo de Suleimani recitando poesia não é divulgar as notícias’. É elogiar um assassino.”

Ariel Cohen.
“Uma jornalista do NYT lamentando a morte de Suleimani. Isso é tudo o que ela tinha a dizer?Aparentemente sim.

O jornalista Heshmat Alavi :
“É por isso que digo que [Farnaz Fassihi] do [New York Times]  é uma apologista do regime de #Iran . Ver seu tuite ‘tocante’ sobre Qasim Soliemani, o homem que ordenou o assassinato de centenas de milhares de pessoas inocentes em todo o Oriente Médio”.

Seth Weathers:
“Essa escritora do New York Times é responsável pela propaganda iraniana nas mídias sociais?”

Steven Nabil:
“A jornalista do NYT compartilhando vídeos românticos de Qassim Sulaimani, não é de se admirar que a cobertura do NYT do ataque à embaixada dos EUA tenha usado manifestantes civis iraquianos como cobertura”.

Ryan Saavedra:
“Esse homem era um terrorista, que matou centenas de soldados americanos, e essa jornalista do New York Times está tuitando videoclipes em um aparente esforço para humanizá-lo”, disse Ryan Saavedra, do The Daily Wire, contra Fassihi.

Comentarista Harlan Hill:
“Que p***!? Essa jornalista do NYT tuita o general terrorista recitando poesia, acho que para entendermos que ele tinha um lado mais suave? 

Mais tarde, Fassihi defendeu seu post:

Farnaz Fassihi

“Pessoas me atacaram por compartilhar este vídeo: chama-se reportagem. Não é um endosso nem simpatia. Compartilho todas as informações que recebo para que todos possam ver. Isso é tudo.”

Comentário do leitor Redwizard000 :

Sim… “reportagem”. Tudo depende de como você distorce. Os detalhes que você escolhe destacar e os fatos que você escolhe deixar de fora. É a maneira como você escolhe expressar as coisas, como a escolha de se referir a um terrorista como um “estudioso religioso austero” como se isso fosse o ponto alto de sua vida que vai ser lembrado pela história ou algo assim.