Ashton Whitty, em frente a cartazes com plataforma conservadora.

Artigo de Allum Bokhari & Charlie Nash, no Breitbart.

 

Sob a pressão da mídia, o YouTube está censurando vídeos que atacam a credibilidade dos estudantes anti-armamento em Parkland. Eles dizem que apenas estão indo atrás das chamadas “teorias da conspiração” – mas agora estão censurando as críticas da CNN também.

A criadora conservadora do YouTube e aluna de Berkeley, Ashton Whitty, tieve seu video – que criticava a CNN e analisou um clipe de Tucker Carlson Tonight – retirado da plataforma depois que o YouTube a acusou de “bullying”, envolvendo “ataques pessoais” e “assédio”, apesar do fato de ela ter rejeitado as teorias de que os estudantes do Parkland, transformados em personalidades dos meios de comunicação, eram “atores de crise”. O vídeo foi finalmente reintegrado – dois dias depois, quando o ciclo de notícias já havia mudado.

“Depois da entrevista de Tucker Carlson com o menino que fora convidado a ler um roteiro para a CNN, fiz um video do YouTube com a entrevista e meu próprio comentário. Nada no vídeo foi grosseiro ou considerado ameaçador”, explicou Whitty, referindo-se a um sobrevivente de tiro ao massacre em Parkland que afirmara que a CNN dera um roteiro para ele ler.

“No entanto, o YouTube tirou o meu vídeo e fez o primeiro ataque. Em um e-mail que me enviaram, eles alegaram que eu fazia bullying”, continuou ela. “Tudo o que ofereci foi comentário, em nada diferente dos outros repórteres. Novamente, essa não foi uma sinalização por usar uma entrevista da Fox News ou uma sinalização de direitos autorais, foia uma sinalização de “bullying”. Eles afirmam que estou fazendo bullying com a CNN”.

O vídeo completo de Whitty foi transferido para o Vimeo e pode ser visto abaixo.

“Porque plataformas como Google, Youtube, Facebook e Twitter são grandes plataformas, eles assumiram a internet e isso é muito perigoso”, disse Whitty. “Eles estão censurando os que têm uma perspectiva diferente e quem compartilha o que a mídia principal não divulga. Eles estão perturbando a tranquilidade doméstica censurando informações viáveis ​​e factuais que devem ser compartilhadas com o público. Se essa informação fosse realmente falsa e apenas uma espécie de trolling e não fosse realmente valiosa ou verdadeira, eles não trabalhariam tanto para censurá-la”.

O YouTube também visou o canal InfoWars, o site administrado pelo apresentador de rádio Alex Jones. Como candidato, Donald Trump foi entrevistado por Jones em seu programa de rádio, e Jones permaneceu apoiador do presidente durante toda a campanha.

O canal do YouTube da InfoWars, que tem mais de 2 milhões de assinantes, foi bloqueado por acusações de que publicara “teorias de conspiração” sobre Parkland. Se receber mais um ataque em três meses, o canal será permanentemente banido.

Lucian Wintrich, do Gateway Pundit, disse que também teve sua conta do YouTube bloqueada. Wintrich diz que o bloqueio ocorreu depois que ele publicou um video intitulado “David Hogg não cnsegue se lembrar de sua fala”. Segundo Wintrich, o vídeo do YouTube não continha nenhum comentário dele – era simplesmente um novo upload do vídeo amplamente compartilhado da entrevista de Hogg para a mídia local, em que ele parece receber incentivo de trás da câmera. O vídeo do Gateway Pundit foi reintroduzido em plataformas alternativas.

O time de imprensa do Google não retornou um pedido de comentário.