Texto que deu origem ao texto: Mencken e o Jornalismo como a Profissão mais Antiga do Mundo.

Cartum de Ben Garrison, mostrando como a mídia cria estórias em vez de relatar os fatos.

Por Marco Frenette.
Guia para direitistas distraídos

É um erro subestimar a força das revistas e jornais impressos. Sim, eles têm poucos leitores, seus jornalistas não valem nada, e perderam boa parte da credibilidade por serem escancaradamente militantes de esquerda, e defensores explícitos de ladrões e assassinos, tais como Lula, Battisti, Maduro e Marighella.

Porém, é preciso entender que o perigo atual da criminalidade impressa não está mais diretamente no público que atinge (embora isso ainda cause algum estrago), mas no fato de ser o isqueiro que acende o rastilho de pólvora que pretende atingir o barril.

Não quero subestimar a inteligência de ninguém, mas me permitam explicar: o isqueiro são os jornais e revistas impressos, o rastilho de pólvora são os esquerdistas das redes e de nossas instituições culturais, políticas e jurídicas, e o barril a ser atingido é o governo Bolsonaro.

Lembrem-se da farsa envolvendo o Whatsapp e procurando destruir a candidatura de Bolsonaro. A mentira foi gestada na casa de tolerância da Alameda Barão de Limeira, por uma das moças da casa. Em seguida, a farsa impressa foi usada e citada por todos os órgãos e formadores de opinião interessados na derrota de Bolsonaro e no retorno do PT ao poder.

O mesmo ocorre agora com a matéria da casa de tolerância popularmente conhecida como “O Estado de São Paulo”, publicada hoje, 17 de março de 2019. Transformam os grupos sem ligação entre si e não remunerados que defendem o conservadorismo em “rede de difamação” organizada e com salários, a serviço de Bolsonaro.

Com essa matéria impressa, todo o resto da engrenagem esquerdista começa a se movimentar, num efeito de ondas, reforçando o discurso da necessidade de censurar as redes sociais, que é o primeiro e necessário passo para um verdadeiro enfraquecimento do bolsonarismo.