Cesare Battisti cercado por políticos brasileiros de esquerda.

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Para combater a criminalidade, é preciso entender como funciona a mente criminosa. O esquerdista está defendendo Cesare Battisti não porque é ignorante, mas porque despreza a civilização a qual pertence.

Notem: o fato de o esquerdista saber que o governo italiano condenou Battisti à prisão perpétua por assassinatos covardes nada significa para ele.

O esquerdista despreza o governo italiano assim como despreza o governo brasileiro, e despreza todo e qualquer governo que não seja socialista ou califado.

As resoluções dos governos livres não são para serem acatadas pelo socialista. Ele está acima dessas leis “burguesas”.

O esquerdista julga segundo suas próprias leis os que são de suas fileiras. Quem entra para a máfia socialista pode roubar e matar, e não deve nunca ser julgado por nenhum Estado de Direito.

É por isso que o esquerdista defende criminosos mundialmente conhecidos como Battisti, Lula e Maduro, e não porque tem algum problema mental.

Marco Frenete

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Em defesa dos coerentes

Os esquerdistas estão certos em se irritarem com a prisão de Cesare Battisti. Estão apenas sendo coerentes.

Na visão doentia, Cesare é gente boa. Afinal, ele milita pelos ideais de esquerda; e o efeito colateral de ele assassinar quatro pessoas e colocar outra numa cadeira de rodas faz parte da luta socialista.

Os esquerdistas realmente acreditam nesse absurdo de que assassinatos em nome do socialismo são normais e aceitáveis.

Portanto, absurdo é a Itália ter condenado Cesare à prisão perpétua e digno foi Lula e Dilma tê-lo protegido.

No mais, Cesare é um amador, quase um Adélio, pensam os esquerdistas, se comparado aos que matam milhares a cada nova ordem socialista durante o café da manhã, a exemplo de Che, Fidel, Stalin e Maduro.

Marco Frenete

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Um novo passado a cada dia

Que a esquerda vive de negar e apagar seu passado, todos sabemos. Mas vejam esse exemplo atual.

A Carta Capital tenta descolar Battisti da esquerda dizendo que ele não era militante. Porém, a revista pensava (e pensa) diferente. Fui buscar no Google matérias antigas e, surpresa, a revista apagou as matérias nas quais defendia Battisti e o chamava de “ativista” ou “ex-ativista”, como podem ver no print da busca.

Marco Frenete