Toy Story 2 – funcionário arremessando carga frágil para fora do avião em vez de embarcá-la.

Por Daniel Wachholz


Entendendo rapidamente a questão das bagagens: havia uma intromissão estatal que determinava que as empresas “dessem bagagens de graça” (alguém leu “almoço de graça”?).

As empresas têm custos, e esses custos influem diretamente no preço de venda das passagens. A única possibilidade, então, é cobrar do consumidor por outro meio.

O que o governo federal fez foi extinguir esse dirigismo estatal, e a empresa que quiser cobrar a bagagem, que cobre.

Isso faz com que as empresas possam desenhar estratégias mais assertivas de custos, levando em conta as variáveis pertinentes: quanto se paga pelo custo de transporte de cargas, quantos passageiros levam mais carga, em que trechos etc.

O desdobramento natural consiste em uma redução nas tarifas de trechos menores, em que se leva menos carga, evitando o constrangimento de pagar por uma viagem doméstica quase o mesmo que uma passagem para Berlim (essa é uma das causas).

E como os jornalistas tratam disso?

O Jorge Pontual tirou sarro, dizendo que “ainda bem que os EUA ‘conhecem uma coisa chamada capitalismo’ e o Estado não se mete a se intrometer dessa forma”.

Ou seja: o Bolsonaro elimina restrições estatais à iniciativa privada, favorecendo a competição e redução de custos, e os “jornalistas” criticam invocando práticas que o governo está promovendo na mesma hora.

É ou não é, essa turminha de “jornalistas”, um bando de filhos da p#t@?