Grupo de Puebla comemorando a libertação de Lula

Por Marco Frenette

Os esquerdistas se organizam no Foro de São Paulo, agora repaginado e rebatizado de Grupo de Puebla. Incendeiam e destroem países; programam amplos ativismos judiciais; financiam terroristas e ditadores.

Em menor escala, mas com o mesmo espírito criminoso e de vagabundagem, até os governadores comunistas se organizam em torno do Consórcio do Nordeste; e claro que apoiam e são apoiados pelo Grupo de Puebla.

Fundações globalistas como a Ford, a Open Society e a Rosa Luxemburgo investem pesado nos planos e ações para censurarem e comandarem a Internet e suas redes sociais.

E a imprensa esquerdista, muito bem organizada e remunerada, apoia todas as organizações criminosas acima citadas.

Dentro desse cenário óbvio e conhecido por todos, é de se espantar que os países livres ainda não tenham se organizado e criado algo como a LAPL – Liga Anticomunista dos Países Livres.

Seria um contraponto ao Grupo de Puebla e outras forças esquerdistas organizadas. A LAPL seria liderada pelos EUA, e teria em seu time governos francamente contra a criminalidade esquerdista: Brasil, Israel, Polônia, Austria, Ucrânia, Chile.

Assim como a função dos comunistas do Grupo de Puebla é destruir o capitalismo e o mundo livre, a função do LAPL seria destruir o comunismo e preservar o mundo livre.

Uma das vitórias do marxismo cultural é o impedimento da compreensão, por parte dos direitistas, de que globalismo se combate com ações globais e por meio de uma organização global.

Os vagabundos precisam tremer em escala global, e não aterrorizar em escala global, como vem acontecendo.