Former CBS anchor Dan Rather has a new news program

O ex vice-presidente Al Gore e Dan Rather participam de uma cerimônia de premiação, em 2017.

 

Por Hank Berrien. Leia o artigo completo no Daily Wire.

 

Entrevistado por Don Lemon, da CNN, que afirmou que o presidente Trump mentiu mais de 2.000 vezes desde que assumiu o cargo, o ex-âncora da CBS, Dan Rather, opinou que as declarações do presidente Trump sobre a imprensa e seus ataques a ela vem “diretamente de Orwell”.

Asseverou: “A verdade é a moeda da democracia”.

Essa afirmação certamente não deu certo, já que Rather foi demitido pela CBS depois de ter divulgado documentos não verificados sobre o governo de George W. Bush.

Rather chama Trump “autoritário”, dizendo que Trump quer que os americanos acreditem que “a única verdade vem dele.” Lemon argumenta:

-Trump afirmou: “Não acredite no que você vê ou o que você ouve, não é isso que está acontecendo”.

Rather respondeu:

– É direto de Orwell… Orwell, o que ele escreveu, é praticamente um roteiro de filmagem para Donald Trump. … Existe um método para isso, e o método é convencer as pessoas de que a única verdade é a verdade que vem de mim, o poder supremo… Como várias pessoas disseram antes de mim, ele não está apenas atacando a verdade, ele quer aniquilar a verdade. Ele quer nos mover completamente para a era política pós-verdade, na qual não existem fatos objetivos. Ele é o único fato.

Houve algum desespero” nos recentes ataques de Trump, acrescentando: “E à medida que ele se desespera, ele corre maiores riscos ao contar mentiras maiores ou, mais frequentemente, a mentir. E dizendo às pessoas: ‘Olha, não acredite no que você lê ou vê em outro lugar, apenas venha a mim. Eu tenho a verdade suprema, eu sou o caminho’.

 

O que é irônico na observação de Rather é que, no “1984” de Orwell, o Big Brother usa a imprensa para controlar as massas. Isso é muito mais parecido com os anos de Barack Obama, quando os meios de comunicação agiam como os cachorrinhos de Obama. Trump atacando a mídia é precisamente o oposto de 1984.