O New York Times é o jornal mais famoso do mundo; ganhou 117 prêmios Pulitzer, mais do que qualquer outra organização de notícias; é considerado um “jornal de referência, jornais do mundo todo reproduzem suas notícias sem questionar; Henfil produziu um filme intitulado Deu no New York Times, porque o que acontecia na nossa imprensa era imitação desse jornal.

Jill Abramson foi editora executiva desse jornal.

Você, leitor, nem sonha com um cargo assim. Agora me diga, você confiaria nas decisões de uma pessoa com o nivel de equilíbrio emocional descrito abaixo?

Jill Abramson

 

Leia o artigo completo de Joseph Curl no Daily Wire.
@ josephcurl

Em sua última coluna para The New York Times, o editor público Arthur Brisbane disse que o liberalismo* “virtualmente sangra pelo tecido do The Times“, acrescentando que os repórteres abordam algumas questões liberais, como o casamento gay e o movimento Occupy, “mais como causas do que como assuntos de notícias.”

Mas Jill Abramson, então editora executiva do Times, disse que não é assim. “Na nossa sala de redação, estamos sempre conscientes de que a forma como vemos uma questão em Nova York não é necessariamente a forma como é vista no resto do país ou do mundo”. Ela disse que procurava seguir o compromisso de um ex-editor executivo de manter o jornal “digno de confiança”.

Claro, você sabe que não é verdade. O uma vez excelente jornal, pende fortemente à esquerda, dando aos Democratas um desconto para tudo, enquanto batem sem  descanso nos conservadores e republicanos. Essa parcialidade liberal, na era do presidente Trump, levou alguns jornalistas, como o repórter veterano Bob Woodward disse, a se tornarem “emocionalmente transtornado[s]”.

E isso agora inclui Jill Abramson.

“É fácil ver o que está acontecendo em Washington DC e se desesperar”, escreveu ela em um artigo para o The Guardian. “É por isso que eu carrego um pequeno boneco de plástico do Obama na minha bolsa. Eu o retiro de vez em quando para lembrar-me de que os Estados Unidos tinham um presidente progressista e afro-americano até muito recentemente. Algumas pessoas acham isso estranho, mas você tem que buscar consolo onde você for capaz de encontrar na América de Donald Trump”.

Em seu artigo, Abramson discutiu uma chamada “rebelião do Trump”, afirmando que os Democratas – que foram esmagados nas eleições de 2016 e no controle do GOP na Casa Branca e em ambas as câmaras do Congresso – estão se tornando fortes. E ela disse que os democratas têm uma boa chance de retomar a Casa Branca em 2020.

Isso é negar a realidade. Abramson tem a sua capacidade de análise comprometida porque sua fragilidade emocional torna difícil para ela enfrentar os fatos.

Como você pode ser um jornalista se não consegue lidar com fatos?

 

* liberalismo e liberal aqui são empregados no sentido usado nos Estados Unidos, que é o da ideologia de esquerda.