1) O Presidente Donald Trump está transformando decisivamente o judiciário americano, para o qual ele já nomeou cerca de 60 juízes comprometidos com a defesa da Constituição Americana e contrários ao ativismo judicial, uma das maiores pragas enfrentadas hoje pelas nações ocidentais.
2) Mesmo tendo muitas desculpas à sua disposição, ele também tem demonstrado sua determinação e persistência na tentativa de cumprir sua promessa de libertar o povo americano do peso do Obamacare, o fracassado e custoso sistema de saúde criado por Barack Obama.
3) Fora do país, no Oriente Médio, uma coalizão de guerrilheiros curdos e árabes apoiada pelo governo americano retomou a cidade de Raqqa do domínio do Estado Islâmico, coroando uma série de vitórias sobre o grupo terrorista, que também já foi expulso de Mossul e Hawija.
4) Ainda no âmbito das relações exteriores, Steve Bannon, que segue sendo um dos aliados mais importantes do presidente, conseguiu convencer ninguém menos do que Henry Kissinger a se juntar a ele em um projeto de conscientização sobre os riscos econômicos e geopolíticos que a China representa para os EUA.
5) Todos os indicadores continuam apontando para uma melhora substancial da situação econômica do país, o que possibilitou o índice Dow Jones a superar os 23 mil pontos pela primeira vez na história e permitiu que as famílias americanas voltassem a experimentar ganhos reais em seu poder de compra pela primeira vez em muitos anos.
6) No âmbito das disputas com o Deep State e contra a campanha de desinformação da grande mídia, Trump também recebeu duas boas notícias.
O FBI divulgou uma série de documentos que comprovam que James Comey havia decidido inocentar Hillary Clinton antes mesmo do início da fase mais substancial das investigações de seus e-mails, o que mina a credibilidade do ex-diretor do FBI e evidencia o uso da máquina estatal para beneficiar a adversária de Trump na eleição de 2016.
Adicionalmente, o FBI revelou que o Presidente Obama havia sido alertado sobre o esquema de propina envolvendo a Clinton Foundation e o governo russo, mas que, a despeito disso, optou por assinar o controverso acordo que colocou sob o poder de empresas estatais russas uma parte significativa do urânio americano — o que mostra que, ao contrário do que sugere a grande mídia, são os democratas que se envolveram em esquemas obscuros com os russos e não o atual presidente americano.
7) Evidentemente, nenhuma dessas informações tem recebido destaque por parte dos jornalistas da grande mídia, ao menos não de uma maneira que deixe claro que cada um desses pontos representa uma grande vitória política para o Presidente Donald Trump. Como de costume, esses jornalistas estão muito mais interessados em avançar sua agenda do que em informar seus leitores; e, atualmente, essa agenda passa obrigatoriamente pela necessidade de propagar a idéia falsa de que Trump é um governante inepto e fraco, o representante de um modelo de governo que deve ser rechaçado a qualquer custo — algo em que, cada vez mais, apenas os desinformados conseguem acreditar.
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P.S.: Escrevi este post apenas como desculpa para postar a imagem ao lado, que mostra um voluntário polonês que participou da retomada de Raqqa.

 

Fonte: Filipe G. Martins