Por Deborah Danan. Leia o artigo completo no Breitbart.

Muitos protestos seguiram-se após a publicação, pelo New York Times do cartum acima. Em função disso, o Times emitiu, mais tarde, um pedido de desculpas:

“Um cartum político na edição internacional impressa do The New York Times, de terça-feira, incluiu alegorias anti-semita, retratando o primeiro-ministro de Israel como cão guia, com uma coleira da Estrela de Davi, levando o presidente dos Estados Unidos, que usava um quipá. A imagem foi ofensiva, e foi um erro de julgamento publicá-la. Foi fornecido pelo Serviço de Notícias e Sindicato do The New York Times, que, desde, então a apagou.”

O Comitê Judaico Norte-americano respondeu em seu twitter:

“Desculpas não aceitas. Quantos editores do @nytimes analisaram um cartum que não teria parecido deslocado em um site de supremacistas brancos e pensado que cumpria os padrões editoriais do jornal?”

“O que isso diz sobre seus processos ou seus tomadores de decisão? Como vocês estão corrigindo isso?

O comitê também crticou o jornal por empregar o termo “erro de julgamento” em sua defesa.

“O anti-semitismo descarado, como nesta imagem, não é ‘um erro de julgamento’. Nós temos que nos perguntar se os editores do @nytimes teriam publicado um desenho animado similar mostrando qualquer outro país ou povo ”, disse o grupo judeu.

O diretor da Liga Anti-Difamação (ADL), Jonathan Greenblatt, descreveu o cartum como “propaganda vil e anti-semita”.

“Achei o cartum nojento”, disse ele ao  jornal Times of Israel . “Achei-o desprezível.”

“Eu não iria sequer classificá-lo como um cartum”, disse Greenblatt. “Foi uma propaganda anti-semita do tipo mais vil. Não só não pertence ao New York Times , mas a qualquer notícia confiável. Foi inconcebível.

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