Os jornalistas, muitas vezes, não entendem porque muitos vivem em bolhas urbanas isoladas, confiam em fontes que pensam como eles e evitam dar crédito a políticas opostas que contestam sua visão de mundo.

Muitos jornalistas exibem esse padrão devido a uma combinação de fatores:
Homogeneidade ideológica
– A maioria dos jornalistas norte-americanos é liberal/democrata (décadas de pesquisas mostram isso consistentemente), criando uma câmara de eco onde as explicações conservadoras se sentem estranhas ou ilegítimas.
Viés de confirmação
– Eles favorecem, naturalmente, interpretações que se alinham com sua visão de mundo (por exemplo, menosprezando as políticas “duras contra o crime” ou as fronteiras como causas para quedas na violência).
Pensamento de grupo e incentivos sociais
– Em redações e círculos de elite, creditar políticas à oposição (por exemplo, da era Trump) corre o risco de ostracismo profissional ou dano à reputação.
Ambientes isolados
– Concentrados em bolhas urbanas, costeiras e de alta cultura, eles têm exposição limitada a pontos de vista ou dados que contestam narrativas progressivas sobre o crime.
Isso tudo produz ceticismo reflexivo em relação a afirmações causais inconvenientes, enquanto aceita os outros de forma acrítica. Não é universal, mas trata-se de um padrão dominante nos principais meios de comunicação.)

