Ouro Olímpico Feminino Admite ser Homem

Nos Jogos Olímpicos de 2024, em Paris, a boxeadora argelina Imane Khelif (cromossomos XY per IBA tests) ganhou o ouro no peso meio-médio feminino. O COI permitiu sua entrada apesar da desqualificação anterior, o que provocou uma grande controvérsia sobre elegibilidade de gênero.

Comentário do biólogo Colin Wright:

O mais louco é que, embora esta seja a primeira vez que Khelif admita publicamente ter cromossomos XY (masculinos), esse fato já era conhecido há mais de um ano por meio de entrevistas com seu treinador e registros médicos vazados. Mesmo assim, nenhum grande veículo de notícias de esquerda noticiou o fato.

Apresentei todos esses fatos no meu Substack e alguns no The Wall Street Journal. Apesar das evidências inegáveis, alguns ex-amigos meus no Facebook recusaram-se a acreditar simplesmente porque veículos em que confiam, como o The New York Times e o The Washington Post, não publicaram suas próprias matérias “confirmando” o que eu já havia documentado.

Isso diz muito sobre a dependência deles na autoridade institucional em detrimento da própria capacidade de avaliar as evidências. Os principais veículos de comunicação de esquerda entendem bem essa dinâmica. Se simplesmente não noticiarem uma história, seus leitores presumirão que se trata de desinformação.

Até hoje, o NYT e o WaPo permanecem em silêncio. Eles ainda não noticiaram esses fatos que agora vieram diretamente do próprio Khelif. Como resultado, grandes setores da esquerda jamais saberão a verdade, pois foram condicionados a desconfiar de qualquer informação que não tenha sido pré-aprovada por seus guardiões de mídia preferidos.

Samiul Haque Byuyan,
via Unsplash

A Mídia Mainstream e seus Leitores

Os principais meios de comunicação exibem, de forma consistente, um enquadramento editorial de centro-esquerda, muitas vezes priorizando narrativas institucionais, minimizando ou omitindo fatos inconvenientes, e rotulando pontos de vista opostos como sendo periférico ou de desinformação, mantendo altos padrões de relato factual sobre eventos verificáveis.

Seus leitores são predominantemente urbanos, universitários, democratas/estudantes de renda mais alta, jovens e de meia-idade, que vêem esses meios como fontes autorizadas e confiáveis de jornalismo equilibrado, aceitando a cobertura seletiva como sendo a verdade objetiva em vez de ium viés institucional.

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