“Disse-me o Senhor: Filho do homem, nota bem, e vê com os próprios olhos, e ouve com os próprios ouvidos tudo quanto eu te disser de todas as determinações a respeito da Casa do Senhor e de todas as leis dela; nota bem quem pode entrar no templo e quem deve ser excluído do santuário.
Dize aos rebeldes, à casa de Israel: Assim diz o Senhor Deus: Bastem-vos todas as vossas abominações, ó casa de Israel!” (Ez 44:5,6)

Sara Winter, que um dia foi líder brasileira do grupo FEMEN, grupo ucraniano, finalmente muda a postura e acredita ser possível fazer algo por um país melhor de forma mais coerente e sem agressividade. Crê em Deus e sabe que tudo pode, naquele que hoje a fortalece.

“Eu achei que o movimento fosse algo muito bonito, mas vi coisas que não têm nada a ver com o que as pessoas esperam. As feministas não toleram mulheres que não sejam de esquerda. Eu defino o movimento como ódio, histeria, mentira e sedução” (Sara Winter)

“Isso prejudicou até o meu músculo da face. Parece até uma loucura, mas os movimentos de esquerda, são muito perseverantes nisso. Isso é auto-sacrifício…
Os policiais têm medo, pois eles são treinados para policiamento ostensivo, não foi treinado para colocar as mãos em uma mulher louca pelada e que está “protestando” no meio da rua. O policial sério vê e não sabe nem o que fazer.
Assim, que toda vez que a gente “protestava”, a gente sabia que a polícia iria demorar para colocar as mãos na gente, então a gente ficava provocando eles, xingando eles…
O policial coitado dizia assim: “Senhorita por favor, coloque sua roupa, por favor, a gente não quer ter problemas…”
Vinte minutos o policial falando e finalmente, eles tinham que tomar alguma atitude, o povo começava a cobrar, o comando cobrava, até que eles tomavam a atitude e colocavam as mãos na gente, para nos prender.
No momento que eles colocavam as mãos na gente, para nos prender, nós começávamos a nos debater e a chacoalhar no chão de forma a causar impacto, quando começassem a tirar as fotos.
Essas fotos, saiam maravilhosas, parecia mesmo, que estávamos apanhando dos policiais.
Lembrando, que tudo isso, já estava previamente acordado com os meios de comunicação.
A gente dava a exclusiva do protesto para eles, e eles só veiculavam na imprensa, as fotos, que dessem a impressão de que os policiais estivessem maltratando as manifestantes, ou seja, batendo nas manifestantes. Perceba aí o trabalho de subversão.
Eu mesma, prejudiquei muitos policiais sim. Por isso que depois eu pedi, e venho pedindo perdão muitas vezes à polícia por ter feito isso. Acusei vários policiais de agressão, de tentativa de estupro.
A gente tem que acabar e tem que passar por cima de qualquer valor moral, integridade física própria, e mesmo a integridade física do próximo. A verdade, a amizade, o amor, nada disso tem qualquer valor para a revolução. Dá para se pensar que isso seja auto-sacrifício e mesmo o sacrifício do próximo.
A gente não fuzila mais, pelo menos no Brasil a gente não fuzila mais como na revolução cubana. O fuzilamento é outro, é o linchamento moral, é o assassinato de reputação, é fazer perder o emprego, é fazer acabar, entendeu? É outra guerra…
Assim, a gente passava de ser, as loucas “protestando”, para as coitadas das meninas que apanhavam da polícia…
As meninas que passavam a ideia de estar em um movimento lutando pelos direitos das mulheres, e acabaram por tomar uma surra da polícia… E assim, o povo acabava por ficar do lado delas…” – (conforme vídeo)

Segundo a ativista que aparece no vídeo e que me parece ser a ex-feminista Sara Winter, o “Movimento mais intolerante que já conheci”, acredito que ela se refere, especificamente ao movimento feminista.

“Dentro dos grupos feministas é muito fácil encontrar Cytotec. Se você contar que está grávida, que não tem marido, inventar qualquer história, muito rapidamente você consegue pílulas abortivas” (Sara Winter)

“Há pressão para o uso de drogas, para desconstruir a monogamia que, para o movimento, é instituição criada pelo patriarcado para fazer a mulher ser submissa. Você tem que ser a favor das drogas, de ideologias que levam as pessoas a se relacionarem com muitas outras pessoas ao mesmo tempo. Isso me chocou muito” (Sara Winter)

Hoje, ela é cristã, mãe, e portanto já não mais adepta, aos topless e também contra o aborto.

Encontra-se hoje como um ser totalmente desiludido com o feminismo, e creio, nesta altura do campeonato, não creio que ela esteja aberta a qualquer tipo de experiência em movimentos sejam quais forem.

E é, por essas e outras que vemos constantemente e por aquilo tudo que nem sequer sonhamos, que sou um Intervencionista e que não vou permitir que isso se apague em minhas veias, pois hoje sei o quanto temos colaborado ao longo da vida, todos nós, na destruição de nossas vidas, de nossos valores, e de nossa sociedade em geral.
Por esse motivo, aproveito e trago a entrevista que o Dr. Antônio José Ribas Paiva, concedeu ao cineasta Francisco Dreux em janeiro de 2017.

Francisco Dreux – Em poucas palavras, o que é uma Intervenção Cívico Militar?

Antônio José Ribas Paiva – É uma ação política direta da nação, quando os instrumentos políticos representativos não estão funcionando. Então a nação precisa intervir para salvar a coisa pública.

Francisco Dreux – Porque o Brasil necessita de uma Intervenção atualmente?

Antônio José Ribas Paiva – Porque nós estamos vivenciando um vácuo político institucional. O que é vácuo político Institucional?
É a relativização do poder do estado. Ou seja, nós temos ambientes sociais em que o poder do estado não se opera. Por exemplo:
As favelas, as periferias, os acampamentos dos sem terra…

Francisco Dreux – E as cadeias?

Antônio José Ribas Paiva – A cadeia é um absurdo, porque cadeia tem que ter disciplina máxima, e você tem uma cadeia entregue a si mesma. O crime é que manda na cadeia. Isso tudo é relativização do poder do estado.
O Estado foi criado para proteger as pessoas e não para proteger o crime como vem acontecendo.

Francisco Dreux – E como é que seria essa Intervenção no Brasil?

Antônio José Ribas Paiva – Veja, a Constituição Federal, sabiamente, sabedoria de seus redatores, não dos políticos que debateram a constituinte; sabiamente ela estabeleceu no Artigo 1º e no Artigo 142 que a sociedade pode ter uma ação política direta, através dos seus instrumentos de força que são seus exércitos. Qualquer nação tem o exército como instrumento de garantia.
E é assim que se opera, a nação, junto com seus mandatários militares, intervém no processo político, afasta o crime do Poder do Estado, faz uma adequação de mecanismos institucionais e convoca eleições gerais.

Francisco Dreux – E quais seriam as consequências de uma Intervenção Cívico Militar?

Antônio José Ribas Paiva – Em primeiro lugar, o Brasil ganharia Estabilidade Política e Econômica em segundo lugar; o que o mundo precisa, um Brasil forte, para comprar e vender mais, e abastecer os mercados com seus produtos agrícolas e minerais. Essa é a consequência.
Então o Brasil sairia da 7ª ou 8ª potência e em dois anos iria para um 3º lugar. Nós ultrapassaríamos o Japão com certeza. E isso, em dois anos apenas.

Francisco Dreux – Qual a diferença de uma Intervenção Cívico Militar, comparada com o tal chamado “Golpe Militar de 1964”?

Antônio José Ribas Paiva – Veja, em 1964 o ambiente era diferente, o Brasil era uma província poeirenta, que vivia a guerra fria, que era o instrumento do poder real que é uma guerra que realmente não ocorreu; porque as potências sempre se entenderam, agora os países periféricos viviam uma guerra sangrenta que não traduzia a realidade. O Brasil temia que a ideologia tomasse conta da sua vida, afastando as suas crenças, e o convívio social adequado.
Naquele tempo houve uma Intervenção Cívico Constitucional também, só que o povo, só participou da Intervenção propriamente dita, em seguida se afastou da coisa pública, e a proposta atual é que o povo continue; mas como, como o fiscal do exercício do poder. São esses mecanismos de fiscalização que nós temos que apropriar o mecanismo do Estado.

Francisco Dreux – E quanto tempo duraria uma Intervenção, até que se estabelecesse novas votações e eleições?

Antônio José Ribas Paiva – Primeiro lugar, a Intervenção propriamente dita, o País tem que funcionar rapidamente, com uma nova feição. Você tem que alterar a Constituição, dotando-a de mecanismos que possibilitem que a sociedade fiscalize o exercício do poder. Por exemplo:
Corregedorias compostas por cidadãos; ampliar a competência do Tribunal do Júri, para que os políticos sejam julgados pela sociedade.
Feito isso, você tem que adequar o mundo partidário, para afastar o crime desse mundo também. Quando você saneia a coisa pública, você tem que aprimorar os mecanismos de escolha, ou seja, o processo eleitoral propriamente dito, que é um mecanismo de escolha. Você tem que garantir em primeiro lugar o que?
A liberdade de escolha do cidadão.
Feito isso, você pode convocar as eleições, a partir das eleições municipais, depois as estaduais e por fim a eleição presidencial.

Francisco Dreux – E quais são os aspectos benéficos a longo prazo?

Antônio José Ribas Paiva – A longo prazo o Brasil assume o seu papel de potência internacional. Porque existem potências naturais.
Quais são as potências naturais?
Estados Unidos, Índia, China, Rússia, e, Brasil.
Porque que eles são potências naturais?
Porque eles têm recursos minerais, território e população.
Só o Brasil que não exerce a sua condição de potência.
A Índia é uma potência regional, tem até bomba atômica; a China também exerce, apesar de ser ultra populosa ela exerce o seu poder também. O Brasil não, a única potência natural que não exerce o seu poder.

Francisco Dreux – Então vamos abordar um aspecto internacional. A gente nas reuniões, se fala muito no controlador, para nós que lidamos com esse assunto, já está mais claro, mas para que nossas plateias e nossos ouvintes entendessem melhor, o que é o Controlador?

Antônio José Ribas Paiva – Veja, todo mundo tem a impressão que o que nos cerca, que o mundo existente é de geração espontânea, não é!
Tudo o que existe foi construído por alguém, antes de nós. Então, sempre existiu uma ordem mundial que estabelecia o funcionamento dos países, do mundo; as relações comerciais; a segurança das pessoas… E toda ordem, pressupõe comando.
Então, sempre existiu um comando das potências mundiais. O império romano tinha o seu controle sobre as províncias e o império britânico continua tendo.
Quando eu digo Império Britânico, soa como sendo algo antigo, mas não é, o Império Britânico continua exercendo o seu poder plenamente. Ele só deixou de ser colonizador direto, ele exerce o poder sobre a técnica de governo indireto. Quem manda no mundo, são as monarquias europeias no poder.
O Controlador Financeiro, ou Controller Financeiro das potências monárquicas europeias é o Banco Rothschild & Sons, que controla a economia e a política mundiais, através do sistema financeiro internacional.
Ele verticaliza a produção de minérios por exemplo. A General Electric, não vende turbina; ela vende minério, com valor agregado na turbina, que representam milhares de vezes o valor do minério. Então é um sistema verticalizado que garante o poder das monarquias europeias.

Francisco Dreux – E isso tem um efeito deletério no Brasil?

Antônio José Ribas Paiva – Não, é deletério no mundo.
Só para exemplificar, o FED que é o Banco Central Americano não é um organismo estatal. Trata-se de um pool de bancos, coordenados pelo Rothschild & Sons. Isso quer dizer, que até o meio circulante do dólar é controlado pelo Banco Rothschild.

Francisco Dreux – E no Brasil, quem são os seguidores?

Antônio José Ribas Paiva – A classe política, porque você tem controlador, os agentes conscientes e os idiotas que acham que sabem algum coisa, que são os agentes inconscientes. (aquele tipo: Eu sou da paz; sou pelo desarmamento; o problema é indígena…)
Então a classe política, são os agentes conscientes do controlador. Eles são os que gerenciam as determinações internacionais, que submetem o Brasil à escravidão. Todos os políticos.

Francisco Dreux – Na sua opinião, quando o Presidente Trump assumir, e caso haja uma Intervenção Cívico Militar aqui, qual você acha que seria a posição dele em relação a isso?

Antônio José Ribas Paiva – Veja, o mundo precisa de um Brasil estável política e economicamente. Porque?
Porque se você aumentar a renda, através de uma estabilidade política e econômica, você aumenta o comércio internacional cinco vezes. Isso garante estabilidade política e econômica na Europa, nos Estados Unidos e ainda garante a segurança alimentar da Ásia.
E só o Brasil é que pode fazer isso, porque um Brasil estável, puxa para o mercado de consumo quatrocentos milhões de latino americanos, que é um mercado considerável; que tem a vantagem de não pressionar as fontes produtivas de alimentos, porque aqui mesmo, nós produzimos alimentos, e commodities minerais, porque nós também produzimos as commodities. Então não haverá pressão sobre o preço das commodities. Agora, o Trump, foi uma reação do povo americano, contra o controlador. Porque?
Porque o FED manda nas finanças americanas, e quem manda no FED é o controlador.
Então nessa medida, quando os Estados Unidos elegeram o Trump, eles estão procurando a auto-determinação.
Lá foi possível, pelo processo de escolha eleitoral, porque trata-se de um processo adequado.
E o nosso processo de escolha, nosso mecanismo de escolha eleitoral é inadequado. Aqui tudo está adequado para que o crime somente possa ganhar.
Então é impossível você auto-determinar o Brasil através do processo político partidário.
É por isso que nós temos que intervir nesse processo, e garantir que o Brasil seja uma potência, ou que exerça o seu papel de potência natural plenamente, a curto prazo.

Francisco Dreux – Eu sei que o assunto Nióbio é muito extenso, mas se a gente fizesse um resumo, qual seria a vantagem de uma Intervenção Militar, na questão do Nióbio?

Antônio José Ribas Paiva – O Nióbio é um dos principais minérios do mundo moderno, mas o Brasil produz outros minérios, tem reservas minerais estratégicas excepcionais e praticamente todos os minérios, dos quais o primeiro mundo é dependente. Chega até a cem por cento.
Do Nióbio o primeiro mundo todo é dependente cem por cento. E de outros minérios também. Terras raras.
De sorte que, o Brasil perde por dia em contrabando e subfaturamento de exportações em minérios estratégicos a importância de 1 bilhão de dólares. (isto realçando, por dia). Somente em Nióbio, nós perdemos a importância de 100 bilhões de dólares por ano.
Fazendo uma comparação, durante o ano que passou (à data da gravação desta entrevista) a união arrecadou em imposto de renda da Pessoa Física, descontado na fonte, 139 bilhões de reais. Assim que as perdas, apenas no caso do Nióbio, foi o equivalente a quase três vezes o que foi arrecadado com o Imposto de Renda retido na fonte.
Então, ao estancar a sangria das receitas com exportações de minérios, já teríamos uma carga tributária reduzida em seus impostos a menos de 30% do que hoje se paga. (lembrando, que isso dito conforme a época da entrevista).
O Imposto Único, você pagaria algo em torno de 17% ao ano, com a malha tributária de hoje, se paga 36%. Mas dependendo da faixa salarial, é muito mais. Porque quem ganha, por exemplo, dez mil reais, paga 30% de imposto de renda e com os demais descontos, (INSS e demais descontos) o sujeito acaba levando seis mil reais para casa.
Só que ninguém pode ignorar que do consumo dessa pessoa, cinquenta por cento é imposto, ou seja, por esse cálculo se percebe, que a pessoa ganha dez, mas acaba ficando com três.
Assim sendo, a realidade, quem ganha dez mil reais, que se trata de uma classe media forte, está pagando algo em torno de 70% de impostos. Isso não passa de um verdadeiro absurdo.
Isso é escravidão.
Devemos nos lembrar que o escravo tinha garantia de teto, de comida, de roupa e de saúde, porque o patrão queria que seu trabalhador tivesse saúde para poder trabalhar; nós não temos garantia de nada disso, e pagamos 70% de impostos. Você trabalhar em troca de comida é escravidão.
Eles falam tanto em escravidão, do homem pelo homem, e ignoram que no Brasil o governo escraviza o cidadão. Nós temos que estender a Lei Áurea para que ela alcance o terceiro milênio.

Francisco Dreux – Espero que com as suas palavras e com o seu pensamento, a gente possa mobilizar cada vez mais pessoas e que conscientemente saibam o que querem, e que uma Intervenção Cívico Militar é para o bem do Brasil, e não para uma casta.

Antônio José Ribas Paiva – Eu não diria que ela seja Cívico Militar, porque o setor militar é mero instrumento da sociedade. Então, a Intervenção é da sociedade.
O império romano já tinha isso.
No entanto, eu quero ressaltar o seguinte, que eu simplesmente estou descrevendo fatos, eu não estou inventando nada, nem dando uma nova receita. Trata-se tão somente de análise dos fatos.
Eu procuro esclarecer para colaborar com a população e com o Brasil. Trata-se de uma ação cívica.

(Agradeço aqui ao Dr. Antônio José Ribas Paiva, ao cineasta Francisco Dreux, bem como à Sara Winter, por que foi, justamente pelo que falaram que pude trazer este trabalho ao conhecimento público – Lembrando sempre, que não cobro nada pelo que faço, e nem mesmo monetizo meu canal, portanto, que não se preocupem, porque não viso lucros com este trabalho)

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 20042020 – A Intervenção pode salvar o Brasil da escravidão – (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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