Podemos lembrar muito bem, como estava o Brasil, nos últimos 33 anos.
Ao aproximar-se das campanhas, sempre e sempre o grupo político mais forte, vinha com sua tropa de choque, a fim de tomar o poder, ainda que fosse pela força. Todos os meios eram, como sempre foram, utilizados.
Alguns com mais, outros com menos força de coação.
A difamação, ou como queiram alguns, a destruição da reputação, isso é utilizado, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ignoram até, os seus telhados de vidro.
A busca pelo poder, faz com que o indivíduo se transforme em um super ser. Alguns chegam ao cúmulo de provocar acidentes na vida de seus oponentes, e acidentes mesmo, que se levarem à morte o oponente, tanto melhor assim. Ou seja, que se vão às favas as boas maneiras, os bons costumes, e mesmo a ética e os valores morais; o que importa mesmo, é vencer o pleito, e seja a que custo for.
Assim que vimos na campanha do Bolsonaro, a difamação que foi utilizada de todas as maneiras e que continua sendo usada até o presente momento.
Houve o caso Queiroz, que tendo ou não razão de ser, tem que ser até o presente momento, ainda avaliado como sendo, apenas e tão somente, mais um caso de difamação.
Além disso, chamaram ao Bolsonaro de preconceituoso, machista, estuprador, misógino, dentre tantas outras coisas, que com certeza absoluta, sendo Bolsonaro como o pintam, falta-lhe muito para poder ao menos vir a ser ele mesmo…
Por conta disso, foi criada aquela “força tarefa” do “Ele não”, ou seja, porque ele é tão impróprio para qualquer cargo, que o melhor a todos é que seja “ele não”. É claro que os criadores do “ele não”, já sabiam porque ele não poderia sequer ser considerado a ser um candidato: Ele cortaria as mamatas todas, e isso prejudicaria a todo o esquema que vivia em torno dessas mamatas. Lei Rouanet, abertura de inúmeras caixas pretas, Itaipú, BNDES, Caixa, Correios, Petrobrás, Banco do Brasil e por aí afora. E como podemos analisar, isso estava tão certo, que hoje, a esquerda chora, por não ter uma tetinha para mamar…
Com tudo isso, e não satisfeitos, resolveram bater de frente e destruir o Bolsonaro e aqueles que o seguem das mais variadas formas: O Weintraub, tentaram montar nele um palanque contra o Bolsonaro, A Damares a mesma coisa, e assim tentaram com todos. Só não vi tentarem de maneira mais afoita com as Forças Armadas, apesar de vez ou outra, observarmos alguns ataques menos ousados, contra um ou outro militar.
Também foram atrás dos parentes de ambos os lados, afinal de contas, um homem como Bolsonaro, tem que ter parentes bandidos. Parece que não foram muito felizes em suas buscas, a não ser pelo lado de Michelle Bolsonaro, e aí resolveram detonar, primeiramente porque Bolsonaro teria esquecido a pobre velha (avó de Michelle) que depende do SUS e que o Bolsonaro não teria dado nem mesmo um telefonema para agilizar o atendimento da pobre velha.
Mas, o que fica disso, é vermos que a própria mídia podre e porca, não serve nem mesmo para ajudar os desvalidos, porque ela poderia ter colocado seu dedo naquela ferida, e ter forçado o atendimento agilizado da pobre velha, não importando o seu sobrenome e grau de parentesco.
E vieram as denúncia acerca da Amazônia. Ninguém observou o que de fato estava por trás das denúncias, apenas importava que Bolsonaro fosse visto como “o canalha” do tempo presente. Se alguém queria locupletar-se com as riquezas minerais da Amazônia, que importa isso? O que vale, é que, estava sendo desfigurada a imagem do Presidente da República Federativa do Brasil. Assim que, Amazônia que se exploda. Ninguém queria saber de Amazônia, como não quiseram saber de Brumadinho, e como não querem saber de absolutamente nada do que está acontecendo no Brasil, a não ser que o acontecido, sirva para denegrir a imagem do homem mais forte do Brasil hoje, o Jair Messias Bolsonaro.
Como não puderam destruir Jair, nem mesmo através da Michelle, tentaram então, com seus ministros, e o mais fortemente atacado, tem sido, naturalmente, o Dr. Sérgio Moro, justamente por representar uma frente contra a corrupção, o crime organizado e demais atividades ilícitas.
É bom que se lembre, que as atividades ilícitas, de certa forma, é hoje o que sustenta a classe política brasileira, por esse motivo tentaram então implantar a “novidade” (mais velha do que andar para a frente) do “The IntercePT”.
O “The IntercePT” é aquela maracutaia montada pelo “marido” (até hoje não consigo saber quem é marido de quem) do David Miranda. Trata-se de um “jornalista” e com ele trouxeram toda a sorte de inverdades contra o Dr. Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e inúmeros outros, dos membros da Força Tarefa da Lava Jato, mas é claro que o alvo não era o Sérgio Moro, e sim o Bolsonaro, porque não adianta derrubar o Sérgio Moro, tem que derrubar junto, todo o governo do Bolsonaro que hoje está aí.
E os incêndios na Amazônia, o objetivo era colocar o governo federal em cheque e com isso, levá-lo ao mate. O único problema é que essa esquerda é ruim de estratégia barbaridade.
Aí para complicar a caminhada da esquerda, Bolsonaro resolveu fazer uma aliança com Trump dos EUA e com Israel, bem como com a união com o Japão, e assim, o Brasil está com as portas sendo abertas, para sua entrada triunfante na OCDE.
E além disso tudo, existiu o famoso atentado a faca, para tirar Bolsonaro definitivamente da jogada. Mas como eu disse acima, repito agora, essa esquerda, é ruim de jogo pra cacete.

Como muito bem dito pelo Leandro Ruschel, creio em seu twitter @leandroruschel:

“Ministro do TCU, investigado pela Lava Jato, suspende propaganda do pacote anticrime de Moro.
Presidente da Câmara, presente em lista de propina da Odebrecht e acusado de corrupção pela PF, opera para barrar pacote anticrime. Quem ainda não percebeu que o crime dominou o país?”

Naturalmente que se sabe que o presidente do TCU Vital do Rego, recebeu um pedido da procuradoria-geral, para que o Tribunal de Contas da União, desse uma olhada especial, na campanha publicitária lançada pelo Governo Federal, mais especificamente, pelo senhor ministro da Justiça Dr. Sérgio Moro, que trata do pacote anticrime.
E, mais natural ainda que isso acenda a lâmpada sinalizadora de que, os interessados em contrariar o andamento do pacote anticrime, sejam pessoas envolvidas de uma forma ou de outra em alguma coisa escandalosa, ou no mínimo da qual se envergonha.

Será que precisamos ser mais claros ante tantas evidências?
O presidente do STF é o “Amigo do Amigo de meu Pai”;
O presidente da Câmara é o “Botafogo, ou mesmo o Inca”;
Ministro do TCU, assim como a maioria da Câmara, do Senado, incluindo o próprio presidente do Senado têm seus vínculos com as investigações da Força Tarefa da Lava Jato. Assim, resumiríamos a novela: “Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão!”

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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