Por Matt Vespa. Leia o artigo completo no Townhall.

A imprensa lamuriava-se porque não havia coletiva de imprensa diária na Casa Branca. Agora que o presidente Trump, o vice-presidente Pence e sua equipe fornecem atualizações diária, a imprensa continua reclamando. Existe a possibilidade de que algumas redes interrompam a transmissão desses briefings:

Por um lado, os índices de aprovação de Trump nunca estiveram tão altos e o apetite dos telespectadores pelas sessões ao vivo não mostrou sinais de diminuição. Por outro lado, jornalistas e executivos da MSNBC, CNN e a Fox News estão cada vez mais enfrentando a probabilidade de se tornarem um correia de transmissão acrítica e não unificada para propaganda e desinformação.

Margaret Sullivan, do Washington Post escreveu: “Essas sessões da Casa Branca – ostensivamente destinadas a fornecer ao público informações críticas e verdadeiras sobre essa crise assustadora – estão de fato trabalhando contra esse fim. Em vez disso, eles se tornaram um palco diário para Trump tocar seus maiores sucessos para membros da platéia cativa. Eles vêm em busca de informações sobre a vida ou a morte, mas eis o que obtêm dele: auto-engrandecimento … espancamento da mídia … exagero e mentiras descaradas.”

Repetindo a autocrítica expressa durante a corrida presidencial de 2016, quando as redes a cabo transmitiram, repetidamente, os comícios da campanha de Trump ao vivo e sem cortes, os principais âncoras da MSNBC já argumentaram publicamente que sua própria rede não deveria exibir as reflexões pandêmicas do presidente na íntegrao.

[…]

Privadamente, vários funcionários da CNN e da MSNBC reconheceram que a transmissão das coletivas de Trump, ao vivo e na íntegra, provavelmente amplia a disseminação de informações erradas sobre a doença e sua possível cura. Como exemplo, a promoção entusiasmada de Trump da cloroquina, como terapia para o COVID-19, teria levado um casal a tomar uma versão venenosa do produto, resultando na internação da esposa em UTI e morte do marido. 

Com relação às coletivas, a CNN disse que a rede “tomará nossas próprias decisões editoriais”. A MSNBC disse que cortou apenas “porque as informações não pareciam mais ser valiosas para a importante discussão em andamento em torno da saúde pública”.

Essas reações eram esperadas, mas por que elas são tão vocais agora? 
Porque os números da pesquisa de Trump estão no topo quando se trata de ele ser visto como um líder no enfrentamento desta crise. Até a CNN teve que cobrir isso – e mais de um quarto dos democratas concorda com o tratamento feito pela Casa Branca do surto de coronavírus de Wuhan (via CNN ) [grifo meu]:

49% aprovam o trabalho que Trump está fazendo como presidente, enquanto 45% desaprovam.

O que explica a ascensão de Trump? Simples: sua resposta à crise do coronavírus.

Na pesquisa Gallup, 60% dos americanos aprovam o trabalho que Trump está fazendo ao lidar com a crise, enquanto 38% desaprovam. Seis em cada 10 independentes aprovam como Trump age no coronavírus, assim como mais de 1 em cada 4 (27%) dos democratas.

As pessoas nessas redações estão começando a entrar em pânico. Eles queriam acabar com os mercados para enfraquecer a Casa Branca para golpe mortal. Em vez disso, as pessoas percebem que esse vírus não é culpa de Trump e apoiam seus esforços para combater esta doença. Infelizmente, você vê a desconexão entre as pessoas comuns e a mídia super-liberal e elitista, que chama essas coletivas de ” um sombrio espetáculo lateral do Trump”. Por favor, continue reclamando idiotas da mídia liberal. Você só está aumentando os números dele.